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4) Grupos em formação - quarta reunião

4º Encontro - ACOLHIDA E ORAÇÃO INICIAL (para todos os dias)

Animador: REALIDADE DE DEUS E DO MUNDO Deus é uma realidade e precisamos enxergar isso. Independentemente de religião, seitas e todo tipo de pressão que sofremos em nome de Deus, precisamos tomar consciência que Deus existe e temos “n” maneiras de perceber a presença de Deus em nosso meio. Precisamos enxergar que o mundo que vivemos é passageiro e acaba “n’um piscar de olhos”. Padre Caffarel está falando para casais cristãos, porém serve para todos mesmo os não cristãos, quando Padre Caffarel fala de Cristo e cristãos, vamos entender Filhos de Deus, mesmo porque a Trindade Santa é uma só, ou seja, Pai, Filho e Espírito Santo. E Cristo é o próprio Deus, que veio ao mundo para nos ajudar a enxergar o amor de Deus por nós. Como é estranho, nós resistirmos a entender isso. A seguir temos uma reflexão do Padre Henry Caffarel que nos pergunta:

Leitor 1: PAIS, VOCÊS AMAM SEUS FILHOS? (Educação e amor aos filhos) Esses cônjuges que descobriram entusiasmados a grandeza cristã do amor conjugal e se esforçam em vivê-lo, será que fracassarão em matéria de educação? Deus me livre de ser profeta de infortúnios. Porém, sinto certa inquietação. Soube, em questão de poucos dias, que um jovem de quinze anos tentou o suicídio, que um estudante um pouco mais velho renegou sua fé para aderir a uma seita pouco recomendável... Alertado por estes casos dolorosos, pergunto a vocês, e talvez haja demorado demais em fazê-lo: Vocês amam seus filhos verdadeiramente? Será que surpreendo vocês? Escandalizo vocês? Parece uma blasfêmia esta pergunta? O amor paterno e, mais ainda, o materno, não são o sentimento mais natural, mais espontâneo, mais universal?

Leitor 2: [...] Estamos de acordo, e até o fim do mundo servirá de tema de discurso para o prêmio de virtude, que os pais e as mães estarão dispensados de se formularem esta pergunta: AMO MEUS FILHOS VERDADEIRAMENTE? E que nenhum sacerdote escute de lábios de um pai ou de uma mãe que se acuse em confissão de não amar ou de amar mal seus filhos. Os pais estão tão seguros de que amam seus filhos! Mas eu não consigo compartilhar sua confiança despreocupada. Às vezes o amor dos melhores pais me parece terrivelmente simplista, frustrado, instintivo. Quando se examinam me dirigem perguntas concisas: “Tenho me impacientado, tenho me comportado bem com eles? Carecem de algo?” O que equivale dizer que os têm vestido, os alimentado convenientemente e que recebem uma boa instrução...

Leitor 3: Certamente, não falta nada disto para a criança e, não obstante, com frequência sua decepção aumenta. Decepção: palavra muito fraca para expressar este sentimento desesperado de frustração íntima. Pois percebe, talvez não se uma forma totalmente consciente, que seus pais não o amam por ela mesma, mas sim por eles, não por uma pessoa autônoma, mas como sua prolongação, algo assim como a dama elegante que admira suas mãos e as cuida com esmero. Não fiquem surpresos se a criança se cansar um dia e se rebelar. Os pais, estranhando, sofrerão e a chamarão de ingrata, ou talvez compreendam, tarde demais, que a seu filho nada faltava..., exceto o essencial: um verdadeiro amor. Por que amar o filho não é em primeiro lugar mimá-lo e presenteá-lo, mas sim compreendê-lo, fazer emergir sua personalidade.

Leitor 4: São cristãos e, consequentemente, o importante não é apenas amar seus filhos, mas sim amá-los de uma maneira cristã. Trata-se de algo distinto do que lhes ensinar algumas virtudes, algumas práticas religiosas, uma doce piedade precoce. É preciso compreender e ajudá-los a compreender o chamamento que Cristo(Deus) nos faz. [...] que iniciarão a grande aventura da vida, totalmente decididos a não abandonar a escala de valores de seu Mestre. É preciso conseguir que eles estimem esta escola de valores, que contradiz de uma maneira tão profunda o mundo em que vivem... “Amai vossos inimigos, e assim sereis verdadeiros filhos de vosso Pai”, “Buscai primeiro o Reino de Deus e a sua justiça, o resto vos será dado por acréscimo”. Mas, como querem que seus filhos compreendam estes grandes imperativos evangélicos, que eles admitam que a busca do Reino deva ser a finalidade primordial de sua vida, se veem seus pais obcecados por seus sucessos humanos: sucesso no colégio, na situação financeira, em matrimônio conveniente, consideração social...? Os adolescentes são extraordinariamente lúcidos!

Leitor 5: Não ajudarão seus filhos de uma maneira eficaz a serem verdadeiros discípulos de Cristo, se não os amarem na maneira de Cristo. Antes de escolher seus discípulos, antes de lhes confiar uma missão, nas horas graves, a Escritura nos diz que Cristo se retirava à montanha e passava a noite na intimidade de seu Pai. E vocês? Rezam de verdade por seus filhos? Sua oração se torna premente, constante quando falham todos os meios humanos? Combatem com Deus, como Jacob, para arrancar-Lhe, na grande luta, a ajuda necessária? E, na vida cotidiana, vocês rezam por eles com esta oração que consiste em colocá-los, se posso dizê-lo assim, sob o foco luminoso do olhar de Deus, a fim de compreendê-los para ajudá-los melhor, para amá-los melhor? A oração cria o amor e o amor leva ao sacrifício: “Ninguém tem maior amor que aquele que dá sua vida por seus amigos”. Chega até aí o seu amor, para fazer que cresçam na graça aqueles que vocês criaram para a vida? São muito poucos os cristãos que amam seus filhos até o ponto de fazer penitencia por eles!

Animador: Vamos partilhar o que sabemos a respeito deste tema: Conhecemos nossos filhos? Como vai nosso diálogo com eles? Partilha e reflexão: Que valores temos ensinado a nossos filhos? Nós os amamos ou os possuímos?

Gesto concreto (ação a ser feita durante um período): - Cada pessoa deve identificar, junto aos seus familiares que valores são mais importantes em nossas vidas. - Convidar mais uma pessoa para participar dos encontros;

ORAÇÃO FINAL(todos os encontros): OS DEZ MANDAMENTOS DA SERENIDADE

 
 
 
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